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Ansiedade: Quais são os sintomas e como controlar

Se você sente que a ansiedade e o nervosismo afetam o seu bem-estar e concentração nos estudos, este artigo é para você.

Vem comigo
Nesta página:

A ansiedade, quando ocasional, faz parte da vida e é algo que todos nós sentimos. O nervosismo antes de uma prova ou apresentação, a antecipação por aquele encontro que sempre quisemos marcar ou o friozinho na barriga antes de uma viagem são, até certo ponto, saudáveis. Mas quando a ansiedade se torna um transtorno e nos atrapalha? Como reconhecê-la e se livrar da ansiedade patológica? Compartilhamos com você tudo sobre a ansiedade para que ela não atrapalhe os seus planos.

O que é a ansiedade?

Em poucas palavras, a ansiedade é o sofrimento por antecipação do que poderá acontecer no futuro. A gente sente um nervosismo de que o pior cenário vai se tornar realidade, de que temos muito para fazer e não vai dar tempo, além de sentir um medo irracional de situações do dia a dia, mesmo que elas não apresentem uma ameaça verdadeira. O nosso corpo então entra em um “estado de alerta” – e você deve prestar atenção na intensidade e na frequência com que isso acontece. Se sentir ansioso por uma prova pode ajudar você a se preparar melhor para ela, mas se a ansiedade paralisar você, algo está errado! Episódios repetidos de ansiedade e medo com muita intensidade indicam possíveis transtornos de ansiedade.

Ansiedade atrapalha no estudo
É difícil identificar os limites entre a ansiedade saudável e a patológica: a nossa imaginação pode formular cenários que nos protegem ou que nos limitam.

Como saber se tenho ansiedade?

O mundo de hoje favorece o surgimento da ansiedade: temos acesso rápido a tudo e esperamos respostas imediatas, somos bombardeados por muita informação, nos cobramos demais, nos comparamos com os outros e aos poucos vamos sentindo a frustração nos abater. Por isso mesmo é difícil identificar os limites entre a ansiedade saudável e a patológica: a imaginação da gente pode formular cenários que nos protegem ou que nos limitam. Se os seus pensamentos são catastróficos, irrealistas e se você sente uma perturbação espiritual ao ponto de achar que não é capaz de funcionar como antes, fique atento. É normal passar por dificuldades na vida, mas não conseguir se desligar dos problemas não é normal!

Os sintomas de uma crise de ansiedade são físicos e emocionais. Em geral, as crises são desencadeadas em momentos de medo, expectativas, falta de certezas ou ainda em situações normais do dia-a-dia.

Os sintomas de uma crise de ansiedade são físicos e emocionais.

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Quais são os sintomas mais comuns da ansiedade?

Saber como cuidar da ansiedade começa por reconhecer quando a sua qualidade de vida está sendo afetada. Além dos sintomas emocionais, há sintomas físicos que se manifestam:

Sintomas físicos mais comuns da ansiedade

Durante períodos de alta ansiedade o corpo reage de forma instintiva, se preparando para fugir ou para lutar, o que desperta algumas reações físicas como:

  • Mudanças químicas: alteração nas vitaminas, hormônios e nível de adrenalina.
  • Irritabilidade e mau humor.
  • Mãos geladas.
  • Suor.
  • Tensão dos ombros, pescoço, cabeça ou rosto.
  • Perda de qualidade no sono.
  1. Medo constante

    O ansioso passa a conviver com a aflição constante e o medo, por mais irracionais que sejam:

    • Medo de perder o controle das coisas, devido ao estado de ânimo abaixo do normal.
    • Ter pensamentos angustiantes quase todos os dias da semana durante mais de 6 meses.
    • Manter uma atenção obsessiva com os detalhes: muito tempo preocupado em não cometer erros ou tormento por erros do passado.
    • Necessidade de evitar situações que gerem ansiedade.
    • Dificuldade para enfrentar os problemas.
    • Questionar-se muito e se cobrar, porém sem encontrar uma resposta definitiva.
  2. Dificuldades para dormir

    O nervosismo atrapalha ou impede que o sono seja reparador, pois você não consegue desligar os pensamentos. Quanto mais leve for o sono, menos você consegue repor as energias… o cansaço e a fadiga corporal logo te levam a problemas de concentração e sua capacidade de raciocínio diminui.

Causas da ansiedade

Você deve estar se perguntando: eu reconheço alguns sintomas, mas não sei como tudo começou nem como chegar à raiz do problema. E agora?

Calma! A ansiedade pode vir de um trauma não curado, pode ser influenciada pelas suas circunstâncias e fatores ambientais, ou até mesmo ser hereditária. O seu temperamento e o tipo de criação que recebeu da família também influenciam o desenvolvimento do transtorno da ansiedade. Ter pais superprotetores e inseguros, que pensam que o mundo é um lugar assustador, afeta a visão dos filhos, por exemplo. Tudo isso deve ser conversado com o seu psicólogo ou terapeuta ocupacional para que o tratamento para ansiedade seja recomendado.

Os sintomas de uma crise de ansiedade são físicos e emocionais.

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Como ajudar alguém com ansiedade

Se alguém próximo a você apresenta sintomas de ansiedade e precisa de ajuda, temos dicas valiosas sobre como lidar com essas emoções e expectativas.

Crise de ansiedade: O que fazer?

O primeiro passo no momento de crise é respirar fundo e, com calma, reconhecer que tudo na vida é passageiro, inclusive os seus problemas. Compreenda que esta fase difícil vai passar, portanto, ela tem solução.

Saia um pouco de si e analise a situação com um olhar externo. Segundo o psiquiatra canadense Jordan B. Peterson, “quando as pessoas enfrentam, voluntariamente, algo que lhes dá medo, mas que é necessário superar para atingir seus objetivos, elas se tornam mais fortes. Se tornar mais forte não tem limites!“.

Evite tomar decisões importantes precipitadamente, converse sobre o que está sentindo com pessoas próximas e de confiança e, sobretudo, não se isole! Ansiedade pode ser tratada com ajuda profissional.

Há uma série de tratamentos terapêuticos disponíveis, da psicanálise à gestalt, alguns inclusive cobertos pelo plano de saúde, para te ajudar a controlar a ansiedade.

Se você não possui cobertura, há centros de atendimento disponibilizados pelas universidades brasileiras que prestam serviço à comunidade por um valor simbólico ou gratuito.

Buscando ajuda médica

Você pode buscar ajuda médica com três profissionais: o clínico geral, o psiquiatra e o psicólogo. Leve anotadas as suas observações sobre há quanto tempo sente os sintomas, seus hábitos no trabalho, a rotina alimentar e de atividades físicas, os suplementos e medicações que toma regularmente e os exames de sangue mais recentes.

Conversar com o profissional sobre o seu histórico, crises anteriores, traumas, condições crônicas e dinâmica familiar ajudam a identificar o diagnóstico e a prescrição de tratamento.

Remédios para ansiedade

Cada caso é um caso e o profissional mais indicado para prescrever o melhor remédio e dosagem para você é o psiquiatra. Há remédios tranquilizantes, antiansiedade, antidepressivos e inibidores seletivos de serotonina, além da homeopatia.

Como os remédios têm efeitos colaterais, contraindicações e podem gerar dependência química, a venda deles é controlada.

Tratamentos naturais para a ansiedade

Você pode estar pensando: “como não ficar ansioso se eu mesmo me cobro tanto?”. O primeiro passo para diminuir a ansiedade é desejar a mudança: se comprometa com você mesmo e seja seu melhor amigo. Quando os pensamentos negativos começarem, silencie o crítico que existe dentro de você!

  • Converse com o seu médico sobre a possibilidade de usar florais ou homeopatia para tratar a ansiedade. Eles são uma alternativa herbal aos medicamentos tradicionais e o seu organismo pode reagir bem a eles.
  • Mude a sua postura: quando o nosso corpo está ereto, com os ombros posicionados, a cabeça erguida e o sorriso estampado, a nossa autoconfiança melhora e passamos a enxergar a vida sob outro
  • Aproveite o momento presente sem deixar a preocupação com o dia de amanhã te vencer pelo cansaço. Descanse e durma – não há nada como um dia após o outro.
    Pratique exercícios físicos e sue essa camisa! A endorfina que o corpo libera melhora o nível de
  • Que tal fazer um jejum de internet…? Separe um dia na semana para se desconectar das redes sociais, plataformas de entretenimento, e-mail, notificações e passar mais tempo com amigos e
  • Reveja a dieta e procure suplementos: mais proteína, frutas, verduras e menos açúcar ajudam a manter o peso e os suplementos podem repor nutrientes e vitaminas que influenciam o equilíbrio químico do seu corpo.

Alimentos que combatem a ansiedade

Uma alimentação balanceada, com alimentos naturais, em intervalos regulares é recomendada para a vida mais saudável de qualquer pessoa. Porém, quem busca combater a ansiedade deve focar nos alimentos abaixo:

  • Verduras, frutas, féculas, cereais e nozes.
  • Quinoa, milho, arroz e amaranto.
  • Acelga, espinafre, brócolis, couve e salsa.
  • Morangos, amoras, framboesas, melões, laranjas, uvas e bananas.
  • Feijões e ervilhas.
  • Ovos, peixe e frango.

Ansiedade tem cura?

Todos nós, mais cedo ou mais tarde, sentimos ansiedade frente aos desafios da vida. O que não podemos deixar acontecer é que ela nos domine e atrapalhe os nossos objetivos profissionais e pessoais: é preciso aprender como se controlar e tratar a ansiedade patológica com ajuda profissional, conciliando terapia, hábitos saudáveis, técnicas de relaxamento e em alguns casos o tratamento com medicação. O primeiro passo para a cura é reconhecer o problema e buscar ajuda.

Prevenindo a ansiedade

Há técnicas antiansiedade que por mais simples que pareçam, fazem toda a diferença na hora de se acalmar. Essas são algumas sugestões que você pode pôr em prática hoje mesmo:

  • Crie uma rede de apoio: tenha em mãos o número de pelo menos três pessoas de sua confiança, para quem você possa ligar quando se sentir triste, e com quem se possa conversar livremente sem sentir medo de ser julgado.
  • Mantenha um diário da gratidão: diários são uma ótima forma de olhar para trás e apreciar os bons momentos, como nos sentíamos e acompanhar a nossa evolução pessoal.
    Identifique quais são os seus “espaços seguros”: onde você encontra paz e tranquilidade? Pode ser um jardim, uma biblioteca, uma cafeteria aconchegante ou a casa de parentes – desde que seja um lugar onde consiga repousar.
  • Mantenha uma lista diária de atividades. A ansiedade surge quando sentimos que estamos sem o controle das coisas e uma lista de itens para fazer te ajuda a dividir metas maiores em blocos de atividades menores todos os dias.
  • Fuja de pessoas tóxicas – quem só aponta os seus erros não merece a sua amizade ou o seu tempo – busque manter interações sociais saudáveis!
  • Acostume-se com a mudança, pois ela é frequente. Há momentos em que é inevitável lidar com toda a agitação que uma mudança pode trazer para a nossa vida.
  • Ajude ao próximo: quem sofre com ansiedade costuma focar o excesso de energia no seu próprio mundo e preocupações. Enquanto isso, há quem pode se beneficiar com a sua atenção e pensamentos! Fazer algo por outra pessoa está ao seu alcance.

Técnicas de relaxamento para diminuir a ansiedade

  1. Respiração diafragmática

    Deitado no chão, posicione uma mão sobre a barriga e a outra sobre o peito. Sinta qual delas é a que se movimenta com a sua respiração – o seu objetivo será inspirar e jogar todo o ar para o seu umbigo e expirar devagar – movimentando a mão que está sobre a barriga. Repita o ciclo. Dessa forma você oxigena mais o corpo, equilibrando a pressão arterial e sentindo mais calma física e emocional. Exercícios respiratórios são o princípio do autodomínio.

  2. Foque no aqui e no agora

    Dê atenção ao que os seus sentidos estão absorvendo – o que você ouve? o que você vê? Tente enumerar ao menos 5 coisas. Ao saborear a comida, sinta a sua textura, cheiro, temperatura e assim vá se treinando a dar valor à realidade presente.

  3. Use objetos táteis para te ajudar na concentração

    Massagear e manusear bolinhas plásticas, massa de modelar ou slime ajudam nosso cérebro a prestar mais atenção a uma aula, reunião ou palestra graças ao estímulo discreto que proporcionam, reduzindo a hiperatividade. Use com parcimônia!

  4. Faça uso de aplicativos especializados

    Há apps com vários exercícios relaxantes, meditações guiadas, monitores de sono e sistemas para gestão da ansiedade que podem mudar a forma como você lida com a melhora contínua da sua condição.

Fatores de risco

Se outras pessoas na sua família sofrem com ansiedade, há chances de que esteja sendo passado de uma geração à outra. Além disso, observe se o estilo de vida que leva hoje evita estes fatores de risco: abuso de álcool e tabaco, falta de exercícios físicos, pouca socialização, falta de hobbies e de tempo dedicado ao lazer, poucas horas de sono e muitas de trabalho, dieta rica em cafeína, farinha e gordura ruim. Todo cuidado é pouco.

Quais são os diferentes tipos de ansiedade

O distúrbio de ansiedade pode se manifestar em diferentes graus e formas:

  1. Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)

    De todos os tipos de ansiedade, o Transtorno Obsessivo Compulsivo é o comentado com mais casualidade nas rodas de conversa: “o fulano tem TOC” é o novo “ele tem cada mania…”. O TOC surge quando o medo e a ansiedade alimentam o pensamento obsessivo e a compulsão, como:

    • Mania de limpeza e lavagem.
    • Mania de ordenação e simetria.
    • Mania de verificação ou checagem de se o carro está trancado, se o despertador está programado, etc.
    • Mania de contagem.

    Há pacientes que podem demorar de 8 a 10 anos para procurar o médico após o surgimento dos sintomas de TOC. Alguns deles são:

    • Ter pensamentos absurdos e ser consciente de que são absurdos.
    • Acreditar que é possível controlar esses pensamentos se colocar os comportamentos compulsivos em prática.
    • Achar que as compulsões não afetarão a sua vida de forma drástica.
    • Ter vergonha de expor o seu problema aos outros.

    Alguns traços da personalidade se tornam ainda mais agudos: o perfeccionismo, o desejo de ter tudo sob controle, um senso exagerado de responsabilidade e dever podem ser potencializados pelo transtorno obsessivo compulsivo.

  2. Transtorno de estresse pós-traumático

    Também conhecido como TEPT, o estresse pós-traumático afeta as pessoas que vivenciaram situações traumáticas, paralisantes, dolorosas e ainda precisam de um tempo para se adaptar à nova conjuntura. Pessoas com maior sensibilidade emocional devem reparar se têm mais predisposição para que o transtorno se instale.

    A diferença entre o TEPT e um estresse agudo é que os sintomas permaneçam por um período superior a um mês. Segundo a Mayo Clinic, alguns sintomas são:

    • Lembranças recorrentes e intrusivas, pesadelos, angústia emocional intensa ou reações físicas que relembram o evento traumático.
    • Evitar falar e pensar sobre o trauma, evitar pessoas, lugares ou atividades.
    • Mudanças negativas no ânimo, pensamentos, reações físicas e emocionais.
  3. Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

    Relatos de quem sofre com o Transtorno de Ansiedade Generalizada costumam narrar uma preocupação constante de que as coisas deem errado, perguntando “e se acontecer tal coisa…?”, e mesmo quando as coisas não saem tão mal quanto esperado, os pacientes tendem a evitar situações com o mínimo de risco.

    Sintomas da TAG

    Níveis altos de ansiedade há mais de 6 meses.

    • Níveis altos de ansiedade há mais de 6 meses.
    • Focar a ansiedade em mais de duas circunstâncias da vida ao mesmo tempo: emprego, finanças, doenças.
    • Baixa autoestima.
    • Sensibilidade à crítica.
    • Rejeição ou indiferença.
    • Comportamento pouco competitivo.

Relação entre depressão e ansiedade

A Associação Americana de Ansiedade e Depressão relata que metade dos pacientes diagnosticados com depressão também sofrem de um transtorno de ansiedade, por isso é importante saber como vencê-la e controlar o nervosismo.

Síndrome do pânico

O transtorno ou síndrome do pânico é um dos transtornos de ansiedade que causam uma sensação de terror repentina.

O que é um ataque de pânico?

Quando vivemos um estado de excitação elevado e inadequado, parecido com o que o nosso corpo produziria se estivéssemos sob uma ameaça ou perigo reais, e tivéssemos que nos preparar para enfrentar ou fugir – este é o ataque de pânico. Hiperventilação, taquicardia, a sensação de estar diante da morte, de que sofrerá um ataque cardíaco, que irá desmaiar ou ficar louco…

O aspecto mais grave do ataque de pânico é que o ansioso começa a ter medo do próximo ataque e sente medo de sentir medo, o que gera um ciclo vicioso de ansiedade.

Fobia social

Após um ataque de pânico ou uma forte crise de ansiedade buscamos muitas formas de nos proteger. Quem é naturalmente tímido pode se enrubescer com facilidade, se sentir inibido entre pessoas que não conhece e vai se isolando cada vez mais. Um dos mecanismos de autodefesa é evitar ir a lugares para não encontrar pessoas conhecidas. O medo de sentir-se julgado e observado pelos demais, procurar formas de não chamar a atenção e não querer interagir com pessoas fora do ciclo familiar podem desencadear uma fobia social.

Conclusão

Apesar de ser considerada o mal do século XXI, a ansiedade não é um bicho de sete cabeças. Ela pode ser controlada e a vida volta ao normal quando reconhecemos o problema e buscamos ajuda. As técnicas e dicas que compartilhamos servem para você saber que existe um caminho e ele aponta para frente – aprendendo a aprender como driblar as dificuldades da vida e retomando o ânimo através de exercícios e boas práticas.

Fontes:

Jordan B. Peterson

Mayo Clinic

Ana Beatriz B. Silva – Mentes com medo da compreensão à superação

Elaine Sheehan – Ansiedade, fobias e síndrome do pânico

Nathália Caldas - autora de conteúdo
autor do post

Nathalia Caldas, 31

Publicitária, aficionada por marcas, tecnologia e conteúdo, reside em Curitiba mas é cidadã do mundo. MBA em Gestão Estratégica e se dedica ao marketing digital há mais de 9 anos.